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domingo, 7 de abril de 2013

E o Relvas vai para...

Os candidatos são: Caixa Geral de Depósitos, EDP, PT, Galp e Mota-Engil. (E também o Banco de Portugal, a Refer, a CMVM, a CP, a Santa Casa da Misericórdia, os CTT, a Iberdrola, o Teatro Nacional de São Carlos, a Administração dos Portos do Douro e Leixões, a RTP, a Estradas de Portugal, a ERC, o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, o Metro de Lisboa, a Lusoponte, a Academia Portuguesa de História, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, a Pousada da Juventude de Braga, o SIEV - que ninguém sabe onde mora e o que faz -, e o Conselho de Ministros, como o outro). E o Relvas vai para...

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Procuras, mas não encontras

Miguel Relvas diz que obteve a licenciatura bimby da Universidade Lusófona "ao abrigo da legislação em vigor". Também era o que faltava: são os Relvas que fazem a legislação em vigor para os Relvas! Este Relvas em concreto diz ainda, com alguma piada, que norteia a sua vida "pela procura do conhecimento permanente". E é aqui que entra o amigo Silva Carvalho.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ó pra mim todo admirado!

Está escrito no jornal Público. "Algum tempo depois das eleições legislativas de 2011, Jorge Silva Carvalho, então quadro da Ongoing, enviou, por correio electrónico, ao ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, um relatório detalhado com um plano para reformar os serviços de informação, propondo para directores do SIS (Serviço de Informações de Segurança) e do SIED (Serviço de Informações Estratégicas de Defesa) funcionários da sua confiança e apontando ainda os nomes daqueles que não deveriam assumir cargos dirigentes."
Parece impossível! O Silva Carvalho e o Relvas? Estou varado! Quem havia de dizer? Nem sei se deva acreditar. Cambalacho nas secretas? O Relvas e o Silva Carvalho? Não, acho que não. Há aqui um engano qualquer.

sábado, 28 de janeiro de 2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Não mexer, por favor!

O PSD apagou do relatório preliminar sobre as audições relativas aos serviços secretos, realizadas na 1.ª comissão parlamentar, as referências que indiciavam ligações de titulares de cargos de chefia e de direcção das "secretas" à Maçonaria. De acordo com o jornal Público, na primeira versão do relatório, assinada a 28 de Outubro de 2011 pela deputada Teresa Leal Coelho, vice-presidente da bancada do PSD, pode ler-se que os "incidentes verificados nos últimos meses" (as notícias sobre as fugas de informações para a empresa Ongoing e o acesso ilícito aos registos telefónicos do jornalista Nuno Simas) "sugerem indícios e lançam suspeitas de ligações" de Jorge Silva Carvalho [que, até finais de 2010, dirigiu o Serviço de Informações Estratégicas de Defesa] a "conluios de poder", "pretensamente com a ambição de ocupar cargos dirigentes, incluindo nos Serviços de Informações". Neste documento, a deputada escreveu ainda que as audições realizadas à porta fechada resultaram também em "indícios e suspeitas do envolvimento" de Silva Carvalho "com grupos de pressão pretensamente instalados na sociedade portuguesa, nomeadamente a ramos da Maçonaria".
Parece-me correcta a opção do PSD, que retirou a mão a tempo e voltou a sentar-se em cima da caixa de Pandora. Mexer com os ramos da Maçonaria é um perigo! Outra coisa seria se se tratasse do Ramos da mercearia.