| Foto Hernâni Von Doellinger |
Mostrar mensagens com a etiqueta Siza Vieira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Siza Vieira. Mostrar todas as mensagens
domingo, 24 de setembro de 2017
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Que é da antena?
Os trabalhos para a instalação de uma antena de telecomunicações num "jardim" em frente à marginal de Matosinhos estão parados há oito dias, fez ontem exactamente. "Na sequência de uma preocupação manifestada por alguns munícipes" e depois de um dramático apelo "à tranquilidade dos matosinhenses", a Câmara de Guilherme Pinto deixou o buraco aberto à espera de um parecer dos sábios Siza Vieira e Souto Moura. A questão já não é portanto de saúde e passou a ser só de estética.
A autarquia pôs aspas na antena. Eu ponho as aspas no "jardim". É um relvado geralmente mal tratado e reservado a cagalhotos de cão no dia-a-dia. Cães de marca, é preciso que se note. Lembram-se decerto que eu disse que a antena iria ser colocada "mesmo debaixo do nariz de gente de dinheiro e posição". Com efeito.
Não sei qual vai ser o futuro do buraco que Guilherme Pinto arranjou. Suspeito, no entanto, que não vai passar disso, de um buraco a tapar - independentemente da infalível opinião que há-de vir dos dois supra-sumos da arquitectura nacional, e que até nem me custa muito a adivinhar qual será. Antenas ali, não me cheira. Manda quem pode e obedece quem deve. E eu parece-me que já disse que aquele é um sítio de "gente de dinheiro e posição".
E também me falta saber para que bairro social é que o extraordinário melhoramento vai ser deslocalizado.
A autarquia pôs aspas na antena. Eu ponho as aspas no "jardim". É um relvado geralmente mal tratado e reservado a cagalhotos de cão no dia-a-dia. Cães de marca, é preciso que se note. Lembram-se decerto que eu disse que a antena iria ser colocada "mesmo debaixo do nariz de gente de dinheiro e posição". Com efeito.
Não sei qual vai ser o futuro do buraco que Guilherme Pinto arranjou. Suspeito, no entanto, que não vai passar disso, de um buraco a tapar - independentemente da infalível opinião que há-de vir dos dois supra-sumos da arquitectura nacional, e que até nem me custa muito a adivinhar qual será. Antenas ali, não me cheira. Manda quem pode e obedece quem deve. E eu parece-me que já disse que aquele é um sítio de "gente de dinheiro e posição".
E também me falta saber para que bairro social é que o extraordinário melhoramento vai ser deslocalizado.
Etiquetas:
antenas,
Câmara de Matosinhos,
Guilherme Pinto,
marginal,
Matosinhos,
Matosinhos Sul,
Siza Vieira,
Souto Moura,
telecomunicações
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
A problemática da telha. De vidro.
| Foto Hernâni Von Doellinger |
Na minha terra, telha diz-se têlha. Sou de Fafe. Na terra onde moro, que também é minha por usucapião, telha diz-se telha. Moro em Matosinhos e gosto. A doutora Edite Estrela, quando tinha a televisiva mania da gramática, chamava talha à telha e eu não gostava. Mas compreende-se a confusão linguística que lhe enrodilha a cabeça: a senhora nasceu em Carrazeda de Ansiães, foi presidente da Câmara de Sintra e, diz ela, é actualmente a "deputada mais famosa do Parlamento Europeu". O Parlamento Europeu, não é que interesse mas aqui fica, tem sede ainda que tremida em Estrasburgo, França. Em França, telha diz-se, por exemplo, tuile. A França é muito famosa por causa do René Artois e da telha francesa.
Quer-se dizer: telha é efectivamente assunto vário, pano para mangas e com delicadas implicações internacionais. Uma verdadeira problemática, como dizemos os inteligentes de hoje em dia.
Ora portanto: a Câmara de Matosinhos decidiu dar mais cinco meses para as obras de requalificação da Casa de Chá de Siza Vieira. Cinco meses, porque não há telhas que sirvam. Vão decerto ser feitas de encomenda, e está bem. Não critico nem comento - quem sou eu para elaborar sobre telhas, iabadubidubidubidubidom, ou deliberações autárquicas que obviamente não alcanço? Registo apenas. Limito-me à concomitância da telhal problemática. Dão-nos música, que mais queremos?
Etiquetas:
Alô Alô,
Câmara de Matosinhos,
Casa de Chá da Boa Nova,
cinema,
matosinhenses,
Matosinhos,
património,
Senhor do Padrão,
série Memórias de Fafe,
Siza Vieira,
televisão,
Um Violino no Telhado
Subscrever:
Mensagens (Atom)