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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Francisco Assis e a tendência PSD do PS

Francisco José Pereira de Assis Miranda aderiu ao Partido Socialista em 1985, e à pala disso mamou consideráveis benesses e empregos bastante simpáticos. Trinta anos depois, e ainda mamando, Assis descobriu que o Partido Socialista é, por assim dizer, socialista - isto é, um partido praticamente de esquerda -, zangou-se com a inoportuna epifania e, como forma superior de protesto, organizou uma tainada. Ele e, ao que alvitram as notícias, mais trezentos outros pê-esse-dês do Partido Socialista que também gostam muito de leitão.
Eu não critico esta malta, palavra de honra. Na verdade, eu sou como o Assis e os trezentos da corda: também gosto muito de leitão e também quero que o Partido Socialista se foda.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A meu é maior do que o teu

Os dois cromos do PS lá continuam entretidos a discutir entre si tudo o que não interessa ao País. E como se o País estivesse interessado em ouvir o que eles acham que têm para dizer. Aos socialistas, depois da merda que fizeram no poder e da sova que levaram nas eleições, a descida à oposição deveria impor-lhes um certo recato, uma espécie de período de nojo que nos ajudasse a esquecê-los por uns tempos. Mas não. Continuamos a levar com eles todos os dias, como se eles contassem para alguma coisa.
António José Seguro e Francisco Assis, que são gémeos mas não sabem, pretendem agora diferenciar-se um do outro pelo número de debates que cada um propõe com vista às eleições para o cargo de secretário-geral do PS, que, vá-se lá saber porquê, ambos querem abocanhar. Como se estivessem a jogar à moedinha, Tozé diz "três!", três-dabates-três. E Assis responde "seis!", no mínimo seis...
E eu digo "doze!", mas que os façam em casa um do outro, sem incomodar os vizinhos ou o País. E no fim digam o resultado, que a gente acredita.
É que, se lhes dermos corda, estes dois ainda vão acabar a discutir, em directo e horário nobre, o tamanho dos respectivos pririlaus.

terça-feira, 28 de junho de 2011

PS: que pobreza...

Até meio da passada semana ainda acreditei no milagre. Esperei pelo Santo António, esperei pelo São João, confiava no São Pedro, mas nada! Talvez por serem populares (ou sociais-democratas, não sei...), os santos viraram-me as costas. Acabou o prazo, mais ninguém apareceu. E agora os socialistas vão mesmo ter que escolher entre Seguro e Assis. Uma pobreza franciscana!
Sinceramente: não havia por aí ninguém melhorzinho?