quinta-feira, 21 de março de 2019
História e Geografia
"A História absolver-me-á", disse Fidel Castro em 1953. Os Americanos não ligaram. Preocupava-os, era, a Geografia.
Dinis Machado 7
Se você procurar bem na sua infância, Austin, há-de encontrar nela um gato sarnento que lhe roçou o lombo nas pernas cinquenta ou sessenta vezes, e isto, segundo Molero, marcou a sua vida. Se não encontrar um gato sarnento encontra outra coisa qualquer.
"O Que Diz Molero", Dinis Machado
(Dinis Machado nasceu no dia 21 de Março de 1930. Morreu em 2008.)
"O Que Diz Molero", Dinis Machado
(Dinis Machado nasceu no dia 21 de Março de 1930. Morreu em 2008.)
Valêncio Xavier 3
Subo a mão até os seios. Primeiro acaricio, aperto, poma total, redonda achatada como em todas as mulheres orientais. Depois só com a ponta dos dedos, acaricio o bico do seio, que sinto enrijecer. Então beijo, sugo, somente o úmido bico, enquanto minha mão desce, acaricia novamente a parca penugem. Meu dedo busca a greta ainda seca. Por si, sem que ela o toque, meu sexo enrijece.
Eu poderia beijar seu sexo, pequeno traço de poucos pêlos, mas não. Deito sobre ela. Meu sexo encontra seu caminho sem que ela auxilie com a mão. Penetro-a.
"O Mistério da Prostituta Japonesa", Valêncio Xavier
(Valêncio Xavier nasceu no dia 21 de Março de 1933. Morreu em 2008.)
Eu poderia beijar seu sexo, pequeno traço de poucos pêlos, mas não. Deito sobre ela. Meu sexo encontra seu caminho sem que ela auxilie com a mão. Penetro-a.
"O Mistério da Prostituta Japonesa", Valêncio Xavier
(Valêncio Xavier nasceu no dia 21 de Março de 1933. Morreu em 2008.)
Amylton de Almeida 2
Por opção ou por condescendência, ele era amplo; a vida o atingia em milhares de detalhes; não escolhia, discernia aceitava tudo, desde que, juntando-se, esses detalhes o impelissem para alguma coisa muito forte que fizesse sentido. Nunca fazia: ele não cabia no mundo. Porque - sabia-o - possuía uma força desconhecida que não poderia nunca ser exposta através de palavras ou explicada através de imagens. Alguma coisa que o sustentava sob duas pernas. Claro, era atingido também por algumas premonições sobre o futuro. Começava sempre com a sensação de que já vivera tudo isso. Em seguida, erguendo a cabeça, para olhar estrelas, atingindo uma tristeza tão grande que adivinhava o pânico sugerido pela densidade do que acontecia agora.
"A Passagem do Século", Amylton de Almeida
(Amylton de Almeida nasceu no dia 21 de Março de 1946. Morreu em 1995.)
"A Passagem do Século", Amylton de Almeida
(Amylton de Almeida nasceu no dia 21 de Março de 1946. Morreu em 1995.)
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