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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Amor em cadeado ou bunga-bunga à la française?

Os franceses são uns exagerados. Os parisienses abusam. E se o assunto for o amor, l'amour, então é que ninguém os atura. Compreende-se: os parisienses são os únicos que realmente têm sempre Paris. "Casablanca" é omisso quanto a aloquetes (cadeados, se lido em Lisboa). Não se sabe, por isso, se Rick e Ilsa se juraram aferrolhadamente um ao outro numa qualquer ponte da Cidade Luz e deitaram a chave ao rio, como agora se usa, mas vamos admitir que sim. Era bonito ter começado dessa maneira, no Sena, a moda que por acaso até já chegou , graças a Deus temperada com recato e parcimónia, como convém a um país de brandos costumes.
Agora olhem-me estes parisienses (parisienses de todo o mundo) e vejam o que é que eles fizeram a uma pequena ponte pedonal, entre Notre-Dame e o Louvre. Isto já não é sexo em grupo para aloquetes. Isto é um pesadelo, bunga-bunga à la française, bacanal de cadeados em nome do amor eterno enquanto dura. Um dia a ponte vem abaixo e depois admiram-se com os divórcios...

Foto MANUEL FLÓRIDO
Foto MANUEL FLÓRIDO

sábado, 21 de abril de 2012

Sexo em grupo?

Foto Hernâni Von Doellinger

Não se sabe onde é que nasceu, se na Muralha da China ou em Itália. A moda chegou ao Porto em finais do ano passado. Casais começaram a pendurar aloquetes (seriam cadeados em Lisboa) na Ponte de Luís I, lançando depois as chaves ao Douro, numa simbólica jura de amor eterno. Eterno enquanto dura.