Fafe tem nomes que são um mimo. Uma terra que tem um lugar chamado Pica e uma freguesia chamada Fareja só pode ser uma grande terra. E Fafe é realmente. Em dia de apuramento para a Liga dos Campeões, Pica e Fareja fizeram ontem um jogo-treino, e o resultado, sendo contundente, não significa nada por aí além, como muito bem explica o sempre atento blogue Montelongo Desportivo.
Mas é preciso que se note: para quem é de Fafe, como eu, Fareja e Pica são nomes absolutamente normais, que só fazem confusão ao jornalista Nuno Azinheira, que chamou Fajães a Fareja, e a uns caralhos de fora que não conseguem passar pela tabuleta da Pica sem lhe meter a cedilha.
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quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Ainda os nomes: Pica, 6 - Fareja, 0
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sábado, 22 de setembro de 2012
Milagre! A escola transformou-se em capela.
Parece que as pedras da Escola da Feira Velha, demolida em 2008, deram para construir uma capela particular. O que parece que está a provocar alguma comoção em Fafe. Eu fiz a quinta classe na Escola da Feira Velha - sim, houve um tempo em que a quinta e a sexta classes eram o liceu dos pobres - e confesso que o destino alegadamente dado aos escolares pedregulhos não me aflige a memória. A pedra tinha que ir para algum lado e não estamos propriamente a falar do Mosteiro dos Jerónimos.
A asneira, na verdade, fora consumada antes, quando os iluminados da treta resolveram deitar a escola abaixo.
Agora, a Câmara vendeu a pedra? Não vejo defeito nisso. Vendeu-a pelo melhor preço? Fez a sua obrigação. Deu-a a um amigo? Houve trafulhice no negócio? A pedra foi roubada? Então é preciso averiguar e depois agir em conformidade (como se tal fosse possível em Portugal...). A Câmara tem que explicar-se? Claro. O problema é a capela ser "privada"? Ó valha-me Deus...
O meu incómodo é outro - é a "capela" ela própria, feia de morrer, um susto. Uma aberração arquitectónica. Como é que foi possível terem deixado construir uma coisa de tão mau gosto? Quem deu licença? Os responsáveis por este crime deviam ser imediatamente presos.
A asneira, na verdade, fora consumada antes, quando os iluminados da treta resolveram deitar a escola abaixo.
Agora, a Câmara vendeu a pedra? Não vejo defeito nisso. Vendeu-a pelo melhor preço? Fez a sua obrigação. Deu-a a um amigo? Houve trafulhice no negócio? A pedra foi roubada? Então é preciso averiguar e depois agir em conformidade (como se tal fosse possível em Portugal...). A Câmara tem que explicar-se? Claro. O problema é a capela ser "privada"? Ó valha-me Deus...
O meu incómodo é outro - é a "capela" ela própria, feia de morrer, um susto. Uma aberração arquitectónica. Como é que foi possível terem deixado construir uma coisa de tão mau gosto? Quem deu licença? Os responsáveis por este crime deviam ser imediatamente presos.
| Foto ATRIUMEMORIA |
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