Mostrar mensagens com a etiqueta Alzheimer. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alzheimer. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 24 de novembro de 2022
A ciência (e o jornalismo) em todo o seu rigor
Dizia o jornal de referência: "Dormir mal pode ser um sinal de Alzheimer". Pois pode. Mas também pode não ser.
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
A ciência (e o jornalismo) em todo o seu rigor
Dizia o jornal: "Dormir mal pode ser um sinal de Alzheimer". Pois pode. Mas também pode não ser.
P.S. - Hoje, 24 de Novembro é Dia Mundial da Ciência e, em Portugal, Dia Nacional da Cultura Científica.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
A ciência (e o jornalismo) em todo o seu rigor
"Dormir mal pode ser um sinal de Alzheimer". Poderá. Mas também pode não ser.
terça-feira, 3 de abril de 2012
RTP Alzheimer
Os programadores da RTP Memória acham que os seus provectos telespectadores sofrem todos de Alzheimer ou então são os próprios programadores que padecem deste mal. Das duas, uma!
Os programadores da RTP Memória acham que os seus provectos telespectadores sofrem todos de Alzheimer ou então são os próprios programadores que padecem deste mal. Das duas, uma!
O que é que eu estava a dizer? Ah!, já sei. Os programadores da RTP Memória acham que os seus provectos telespectadores sofrem todos de Alzheimer ou então são os próprios programadores que padecem deste mal. Das duas, uma! Só assim se explica que nos andem a dar, de quinze em quinze dias, o "Crime no Expresso do Oriente", com Albert Finney, ou a "Morte ao Sol", com Peter Ustinov, numa confusão de Poirots também ela pouco adequada ao público-alvo do canal. Entre estes dois, já agora, eu por acaso prefiro o David Suchet, mas isso não interessa para aqui.
O que aqui interessa é que ainda há pior do que esta perigosa overdose de Agatha Christie. Parece impossível, mas há! E o pior é levar com a xaropada da "Máscara do Ranger" pelo menos quatro vezes em menos de meio ano, e duas delas para aí num mês, como se tivesse sido receitada pelo médico. Por favor, alguém que pare com isto! Isto é crime, é violência psicológica contra idosos!
Etiquetas:
A Máscara do Ranger,
Agatha Christie,
Albert Finney,
Alzheimer,
cinema,
David Suchet,
filmes,
Páscoa,
Peter Ustinov,
Poirot,
RTP,
RTP Memória,
televisão
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
O meu cão
Eu tenho um cão imaginário. Chama-se Parkinson, porque quando quero chamar por ele nunca me lembro do nome Alzheimer. A raça do meu cão tem dias, vantagem de ser imaginário: às segundas é perdigueiro, às terças é labrador, às quartas é são bernardo, às quintas é pastor alemão, às sextas é dálmata e aos fins-de-semana é sobretudo rafeiro. O meu cão nasceu no país certo.
O meu cão fica-me muito em conta. Não come mas cala, dispensa vacinas e vitaminas, nunca vai ao veterinário, não precisa de casota nem de agasalhos para o inverno, e só me custa o preço da trela. O meu cão conhece o dono e não morde a mão que não o alimenta. Se todos fôssemos cães assim, vínhamos mesmo a calhar ao Governo da Nação.
O meu cão faz-se muito bem de morto e corre atrás de qualquer merda que lhe atire. Só lhe falta falar. O meu cão não ladra às pernas das pessoas, não abocanha, não caga no passeio, não mija nos pneus do carro do vizinho, não tem pulgas nem chatos, nem anda por aí a emprenhar cadelas mais ou menos oferecidas. É como se não existisse. O meu cão é um exemplo de cidadão.
Já mo quiseram comprar e eu não o vendi. Foi um vendedor de empregos imaginários. Oferecia-me dois empregos em troca do meu cão. Nã! Antes quero o cão.
O meu cão fica-me muito em conta. Não come mas cala, dispensa vacinas e vitaminas, nunca vai ao veterinário, não precisa de casota nem de agasalhos para o inverno, e só me custa o preço da trela. O meu cão conhece o dono e não morde a mão que não o alimenta. Se todos fôssemos cães assim, vínhamos mesmo a calhar ao Governo da Nação.
O meu cão faz-se muito bem de morto e corre atrás de qualquer merda que lhe atire. Só lhe falta falar. O meu cão não ladra às pernas das pessoas, não abocanha, não caga no passeio, não mija nos pneus do carro do vizinho, não tem pulgas nem chatos, nem anda por aí a emprenhar cadelas mais ou menos oferecidas. É como se não existisse. O meu cão é um exemplo de cidadão.
Já mo quiseram comprar e eu não o vendi. Foi um vendedor de empregos imaginários. Oferecia-me dois empregos em troca do meu cão. Nã! Antes quero o cão.
Etiquetas:
Alzheimer,
animais,
cão,
dálmata,
governo,
labrador,
Parkinson,
pastor alemão,
perdigueiro,
rafeiro,
são bernardo,
série Vida de cão
Subscrever:
Mensagens (Atom)