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sábado, 15 de março de 2025

Taxistas compram eléctricos

Foto Hernâni Von Doellinger

"Um milhão de euros para ajudar taxistas a comprar elétricos", anuncia em título o jornal digital O Minho, a propósito de uma notícia da agência Lusa. Eu acho muito bem, é dinheiro muito bem empregue. E é património que se salva. Porque os eléctricos fazem parte das nossas vidas, da nossa memória colectiva, e era uma peninha perderem-se. Que os comprem, que os recuperem e que os metam a uso, com ou sem carris, que é sempre outra largueza para os passageiros. 
Faço votos para que, a seguir, o Estado ajude também os taxistas a comprar barcos rabelos.

sábado, 4 de janeiro de 2025

Português, taxista, 86 anos de idade

Foto Ivo Borges / O Minho

A notícia é de ontem, do jornal O Minho, e vendo-a pelo preço que a comprei:
"Um táxi desgovernado embateu numa carrinha, derrubou placas de sinalização, postes e iluminações de Natal e ainda embateu num edifício, na rua Dr. José Sampaio, em Guimarães, ao início da tarde desta sexta-feira.
Ao que O MINHO apurou no local, o taxista tem 86 anos, sendo um dos profissionais mais antigos na cidade. Terá tido um acidente na semana passada e trocou de carro. Por ainda não estar habituado à viatura ter-se-á atrapalhado com os pedais, acabando por levar tudo à frente.
O octogenário terá sofrido um ferimento ligeiro e recusou transporte ao hospital.
O acidente causou grande aparato no cidade.
A PSP registou a ocorrência."
Quer-se dizer: Portugal, século XXI, alguém a precisar ou a fazer questão de trabalhar aos 86 anos? E, ainda por cima, como taxista? E pode? E deixam? E é apenas "um dos profissionais mais antigos na cidade"? Há  mais, e mais antigos? Palavra de honra? Não me venham dizer que este país não é para velhos. E os novos, que fujam! Da frente...