Mostrar mensagens com a etiqueta Alto Hama. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alto Hama. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 22 de março de 2012

CPLP em debate

"Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: Uma Aliança entre Nações. Uma Aliança meramente Económica e Comercial. Ou nem Uma nem Outra?" - este é o tema de mais uma sessão das Conversas Cruzadas, que a Tertúlia Crioula Portuense promove na próxima segunda-feira, dia 26, pelas 18h30, na Escola Profissional de Economia Social (n.º 598 da Rua da Alegria, Porto).
Serão oradores Domingos Simões Pereira, secretário executivo da CPLP, Fernando dos Santos Neves, reitor da Universidade Lusófona do Porto e presidente da Associação dos Cientistas Sociais do Espaço Lusófono, e o jornalista Orlando Castro.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Quem se mete com Angola...

Um jornalista fez uma crónica, na Antena 1, a criticar duramente Angola e o pornográfico programa da RTP Prós e Contras que o primeiro-ministro Miguel Relvas transmitiu a partir de Luanda. A RDP, que parece que não gostou, vai acabar com o espaço de opinião em causa e, na passada, corta o pio ao inconveniente jornalista.
Eu já estava informado de que é perigoso afrontar o regime de José Eduardo dos Santos, só não imaginava, ingénuo como sou, que o longo braço vingador do presidente angolano chegasse cá tão longe. Põe-te a pau, amigo Orlando Castro!

domingo, 15 de janeiro de 2012

Faz tu, ó Silva!

O cidadão Silva voltou ao Facebook, ou alguém por ele, para "falar" ao País. O cidadão Silva podia ter dito que é solteiro e bom rapaz, poeta nos tempos livres e astronauta de profissão, que tem 35 anos e grande pujança sexual, ou então assumir a velhice e exibir as fotografias dos gatos e dos netinhos. Porém, falou ao País.
E o que disse desta vez o cidadão Silva aos seu amigos do Facebook? Que está um frio de rachar e a casa de banho do palácio não tem aquecimento? Não! O cidadão Silva do Facebook pediu aos funcionários públicos para fazerem "mais e melhor" com "menos", de forma a "contribuírem para manter viva a esperança do futuro".
Primeiro: também há esperança do passado?
Segundo: não percebo o que é que o Silva do Facebook tem contra os funcionários públicos e o que é que distingue os funcionários públicos do resto dos portugueses para merecerem este puxão de orelhas tão personalizado.
Terceiro: o Silva do Facebook, supremo funcionário público da nação, não é o Cavaco Silva de Belém que - pelas contas do meu amigo Orlando Castro, do blogue Alto Hama - só de reformas recebe 4.152 euros do Banco de Portugal, 2.328 euros da Universidade Nova de Lisboa e 2.876 euros dos tempos de primeiro-ministro?
É? Então o meu apelo é o seguinte: já que o cidadão Silva não faz nada em Belém que sirva hoje em dia aos portugueses, para além de escrever no Facebook, ou alguém por ele, não o poderia fazer por menos?