| Foto Hernâni Von Doellinger |
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 2 de dezembro de 2024
Lágrimas de Portugal
| Foto Hernâni Von Doellinger |
Foi com Matosinhos e Leixões já à vista, na noite de 1 para 2 de Dezembro de 1947. Quatro traineiras naufragaram no litoral de Gaia, entre o Cabedelo e o Senhor da Pedra. "D. Manuel", "Rosa Faustino", "Maria Miguel" e "S. Salvador". Morreram 152 pescadores. Ficaram 71 viúvas e 152 órfãos. Foi considerado na altura o maior desastre marítimo ocorrido na costa portuguesa.
terça-feira, 10 de maio de 2022
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 4 de outubro de 2021
quarta-feira, 30 de junho de 2021
quinta-feira, 29 de abril de 2021
domingo, 21 de fevereiro de 2021
sexta-feira, 11 de setembro de 2020
quarta-feira, 9 de setembro de 2020
quinta-feira, 8 de maio de 2014
E havia necessidade?
| Foto Hernâni Von Doellinger |
Vândalos, alanos, suevos ou visigodos? Tenho uma quase perfeita ideia sobre o que terá acontecido, mas fica cá comigo. Porque não passa de uma teoria, hipótese académica. Quem quiser ver como era antes da intervenção nocturna, pode espreitar aqui.
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sexta-feira, 4 de abril de 2014
Lugares-(in)comuns 64
| Foto Hernâni Von Doellinger |
Olá, cá está ele outra vez. E sou obrigado a reconhecer: a coisa melhora de ano para ano. A versão Primavera/Verão 2014 - que me agrada particularmente - até já vem com o ® de marca registada e tudo. Um pormenor delicioso, como agora se diz, e que enriquece Matosinhos - suponho. Quem passa a vida nas redes sociais em vez de procurar emprego, como muito bem avisa a Senhora Dona Maria Isabel Torres Baptista Parreira Jonet, pode ler mais sobre o famoso Olá's Monument (assim é referido em todos os roteiros turísticos internacionais) aqui e aqui.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Lugares-comuns 63
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sábado, 5 de novembro de 2011
A Anémona da Olá
| Foto Hernâni Von Doellinger |
Os vândalos voltaram a atacar a Anémona da Olá, também conhecida por Anémona de Matosinhos. Não sei há quantos dias foi perpetrado mais este ignominioso atentado de lesa-património, certamente pela calada da noite, mas só na manhã de ontem é que eu dei por ele. Desta vez, roubaram a peça fundamental do conjunto escultural concebido pela norte-americana Janet Echelman. Exactamente: os selvagens levaram o imenso lençol de plástico com o reclame dos gelados Olá que cobria quase metade do relvado da rotunda da Praça da Cidade São Salvador, sob a gigantesca "rede de pesca". E, sem o reclame dos gelados Olá, a parte restante do monumento ficou completamente esvaziada de conteúdo. É imperdoável. É uma vergonha.
E agora como é que os turistas que diariamente se acotovelam no andar descapotável do Yellow Bus, lutando pelo melhor ângulo para fotografar o mundialmente famoso Olá's Monument, com as bocas cheias de wonderful! e fantastic!,
sabem que aquela é mesmo a Anémona da Olá? Como é que eles vão alcançar
os intrínsecos significados e subsignificados de uma obra de arte
manifestamente amputada do seu elemento basilar e essencial? E o que vão
pensar eles da incúria de uma terra que assim deixa profanar, sem
castigo e sem restauro, um dos seus mais sagrados ex-líbris? E digo ex-líbris com grande mágoa, mas a verdade é que, da forma que aquilo está, já não é líbris nenhum.
A
autarquia matosinhense tem de fazer alguma coisa. E, das duas, uma: ou
providencia e coloca imediatamente uma segunda-via do reclame dos gelados, se
possível ainda maior do que o anterior, e fica o assunto resolvido, ou
então o executivo camarário passa a reunir em permanência debaixo da
rede do monumento, certificando a autenticidade do mesmo e explicando
aos passantes, nacionais e estrangeiros, o porquê da Anémona da Olá.(Mais em Olá, cá está ele!)
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