sábado, 6 de junho de 2026
Missais terra-ar
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
sábado, 1 de março de 2025
domingo, 9 de julho de 2023
Um dia de morrer a rir
Há dias que são mais de rir do que outros. Por exemplo, hoje é Dia Mundial pelo Desarmamento, e eu, espero que não me levem a mal, penso nas bombas de fragmentação que Joe Biden, presidente dos EUA, vai mandar para a Ucrânia, e estou aqui, com as mãos na barriga, a escangalhar-me às gargalhadas...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2023
Tanques para a Ucrânia, e em força
quarta-feira, 21 de setembro de 2022
segunda-feira, 9 de maio de 2022
sábado, 2 de abril de 2022
sábado, 26 de março de 2022
quarta-feira, 23 de março de 2022
domingo, 6 de março de 2022
A eurovisão
A eurovisão é a forma europeia e gramatical de ver e entender a Europa, o mundo e as coisas. Uma certa forma. Como agora com a Rússia invadindo a Ucrânia, isto é, com a guerra. A Europa agasalha-se no sofá e vê pela televisão...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2022
Rússia: o dia do ataque
Eu se fosse a Ucrânia punha-me a pau. A pauzíssimo! Amanhã é feriado nacional na Rússia - é Dia do Defensor da Pátria ou Dia da Defesa. E a melhor "defesa" é o ataque, não é?...
quinta-feira, 13 de maio de 2021
Missais terra-ar
O Exército português acaba de equipar-se com missais vindos directamente da Rússia. Pequenos missais bizantinos. As ordens eram para comprar mísseis, mas alguém da intendência fez asneira na nota de encomenda.
terça-feira, 17 de junho de 2014
A História repete-se mas não é gaga
quarta-feira, 11 de abril de 2012
O foguetão e o peido-mestre
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| Foto Hernâni Von Doellinger |
A Coreia do Norte prepara-se para comemorar o centenário do nascimento do fundador do país, Kim il-Sung, lançando nos próximos dias um foguetão - dizem as notícias. É um claro desafio à comunidade internacional, mas não tem data marcada. Depende do tempo. Até a Rússia e a China estão contra: os de Moscovo afirmam que Pyongyang "despreza" as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e os de Pequim exigem "calma e moderação". Juntemos-lhes a igualmente pacífica América, e a coisa fica ainda mais hilariante.
As notícias dizem também que a iniciativa norte-coreana está a "gerar tensão elevada em toda a Ásia", com vários países a prepararem-se para a eventualidade de algo correr mal. Três companhias aéreas vão mesmo desviar alguns voos para evitarem o aprazado foguetão, que, se não chover, poderá ser lançado entre esta e a próxima semana. A Philippine Airlines, a Japan Airlines e a All Nippon Airways anunciaram mudanças em 20 rotas, a partir de amanhã e até à próxima segunda-feira. Se o caro leitor vai para a zona, faça o favor de apontar esta importante informação.
Não sei se se lembram: Eurico da Fonseca (1921-2000) foi o principal especialista português em astronáutica. Praticamente autodidacta, nomeado investigador por decreto-lei e oficialmente equiparado a professor catedrático, colaborou com a NASA e conheceu os principais responsáveis pelo Programa Apollo. Notabilizou-se, entre nós, como divulgador de assuntos científicos. Na rádio, acompanhou em directo, na então Emissora Nacional, a chegada do homem à Lua e comentou os voos espaciais norte-americanos e soviéticos. Mas era na RTP que eu gostava de o ouver. Ouver, escrevi bem.
Foi com Eurico da Fonseca na televisão que eu aprendi que se deve dizer foguete e não foguetão. Ele explicava, apenas insinuando, que foguetão é outra coisa, por exemplo coisa gasosa, eventualmente sonora e por norma fedorenta. E portanto percebo o à-rasquismo em que estão metidos todos "em toda a Ásia". Sim, e se algo corre mal? E se o querido foguetão (chama-se Unha-3) não for tão seguro como os foguetões americanos, russos e chineses, que correm sempre bem? E se o foguetão norte-coreano encrava e dá o grandessíssimo peido-mestre mesmo em cima da cabeça, para não ir mais longe, dos vizinhos do sul? Já viram a merda que vai ser?
terça-feira, 27 de março de 2012
Querem é sexo
Quase que só sobram então os americanos, os russos e os alemães, que são sempre os primeiros a chegar e, honra lhes seja!, não me largam. E é muito fácil mantê-los interessados. Basta-me meter um texto qualquer com uma ou mais destas inocentes palavras: "terrorismo", "EUA", "Putin", "Bush", "Obama", "Saddam Hussein", "Al-Qaeda", "Merkel", "Papa", "armas" ou "bomba", e meia dúzia de segundos depois já cá estão eles a bater-me à porta. É automático.
O que eles querem sei eu. No fundo, anda tudo ao mesmo: querem sexo, como os das "mamas" e das "prostitutas". Querem ver se me fodem, com licença da palavra. Mas também vêm ao engano.
(E depois há os casos que podem ser sérios. Como ontem, quando alguém caiu no Tarrenego! com a conjugação de palavras-chave "quero denunciar o meu pai que me maltrata". Peço desculpa pela pista falsa e espero sinceramente que quem estava aflito, se assim era, tenha encontrado a ajuda de que precisava.)

