quinta-feira, 9 de julho de 2026
Desarmado em parvo
Tanques para a Ucrânia
Missais terra-ar
O homem-bala
Contra os canhões
domingo, 9 de julho de 2023
Um dia de morrer a rir
Há dias que são mais de rir do que outros. Por exemplo, hoje é Dia Mundial pelo Desarmamento, e eu, espero que não me levem a mal, penso nas bombas de fragmentação que Joe Biden, presidente dos EUA, vai mandar para a Ucrânia, e estou aqui, com as mãos na barriga, a escangalhar-me às gargalhadas...
sábado, 9 de julho de 2022
Às armas! Às armas!
Entre mortos e feridos, safam-se os de lá de cima. Como sempre.
sexta-feira, 9 de julho de 2021
Desarmado em parvo
Era tão pacifista, tão pacifista, tão objector de consciência, tão objector de consciência, tão não-violento, tão não-violento, que havia quem dissesse que ele andava constantemente desarmado em parvo.
Piopardo ao saco!
A caça ao gambozino é uma excelente e pacífica alternativa por exemplo à caça ao elefante ou à montaria ao javali. Mantém-se o lado lúdico e ecuménico, o são convívio, o almocinho e a merenda, a sacramental troca de mentirolas, mas poupa-se em perigo e em munições, dando-se uma mãozinha, por outro lado, à indústria nacional da serapilheira. Como se sabe, na caça ao gambozino os caçadores não usam armas de fogo, mas sacos e chibatas, e gritam: - Piopardo ao saco!...
À caça dos gambozinos
Isto foi há coisa de cinco anos, mas era a mangar. Era um faz-de-conta, um exercício transfronteiço, como se diz, programado, com guião, e os terroristas não eram a sério. Os terroristas, que também eram da GNR e da Guardia Civil, suponho, tinham um papel a cumprir e cumpriram: depois de meia dúzia de tiros de pólvora seca, entregaram-se aos bons ou morreram de enfarte, isso ainda não percebi bem.
Eu sempre gostei de simulacros. Desde pequenino. Primeiro dos simulacros dos Bombeiros de Fafe, na fachada do Club Fafense, depois dos simulacros da Protecção Civil, que são sempre uma enorme confusão e uma inesgotável poça de sangue, e agora também gosto dos simulacros das chamadas "operações especiais". Porque nos simulacros, na hora do balanço, correu sempre tudo bem. O sucesso do simulacro dá na televisão e ficamos todos muito mais descansados e seguros, incluindo os verdadeiros terroristas, que assim, um dia que se resolvam, já sabem como se devem precatar.
O homem-bala
Tanques para o Irão
O pior é o prejuízo
O que verdadeiramente devia preocupar no lamentável episódio de Tancos é o prejuízo. O roubo das armas é um escândalo, coisa de terceiro-mundo, uma vergonha para Portugal. Deixámo-las ir de borla, como foi possível? Nos países de primeiro-mundo, praticantes das mais avançadas e inatacáveis técnicas de vigilância a paióis e paiolins, nunca semelhante poderia ter acontecido. Não. Esses países cinco-estrelas, que ficaram aparentemente tão alarmados com mais este lusofiasco, vendem as armas directamente aos terroristas, perseguem a mais-valia, e isso é que é boa política, isso é que está certo.
Não é nada, não é nada, mas, feitas as contas pelo então chefe do Estado-Maior do Exército, general Rovisco Duarte, "o valor do material roubado do paiol de Tancos ascendeu aos 34,4 mil euros". É dinheiro, dá quase para comprar um carro...
Duelo à sombra
Às armas! Às armas!
Entre mortos e feridos, safam-se os de lá de cima. Como sempre.
Contra os canhões
quinta-feira, 9 de julho de 2020
O adeus às armas
A caça ao gambozino é uma excelente e pacífica alternativa por exemplo à caça ao elefante ou à montaria ao javali. Mantém-se o lado lúdico e ecuménico, o são convívio, o almocinho e a merenda, a sacramental troca de mentirolas, mas poupa-se em perigo e em munições, dando-se uma mãozinha, por outro lado, à indústria nacional da serapilheira. Como se sabe, na caça ao gambozino os caçadores não usam armas de fogo, mas sacos e chibatas, e gritam: - Piopardo ao saco!...
Duelo à sombra
"Ainda nos havemos de rir disto", disse o duelista com bigode ao duelista sem suíças, e puxou o gatilho.
P.S. - Hoje, 9 de Julho, é Dia Mundial pelo Desarmamento.