P.S. - O 13.º mês pago aos pensionistas do Estado entrou em vigor no dia 7 de Dezembro de 1974.
Mostrar mensagens com a etiqueta 13.º mês. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 13.º mês. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 7 de dezembro de 2021
E assim sucessivamente
A primeira vez, o segundo galarza, o terceiro homem, o quarto poder, a
quinta dimensão, o sexto sentido, o sétimo céu, a oitava maravilha, a
nona sinfonia, o décimo mandamento, o décimo primeiro alien, o décimo
segundo jogador, o décimo terceiro mês, a décima quarta temporada, a
décima quinta edição, o décimo sexto colosso, o décimo sétimo andar, a
décima oitava emenda, o décimo nono arcano, o vigésimo da lotaria, o
vigésimo primeiro batalhão, o vigésimo segundo aminoácido, o vigésimo
terceiro álbum, a vigésima quarta hora, e assim sucessivamente.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
O homem certo depois do elogio certo
Hoje consta que Alberto da Ponte, o da Central de Cervejas, foi escolhido pelo Governo de Pedro Passos Coelho para novo presidente do Conselho de Administração da RTP. Está certo. Sai mais uma caneca, sefaxavor.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Pedimos desculpa por esta interrupção
O roubo dos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos e pensionistas é inconstitucional, mas este ano nem por isso. Um vou ali e venho já do Estado de direito, em nome da troika, da execução orçamental e da meta do défice. E se défice não for cumprido, o dinheiro vai ser devolvido?
Etiquetas:
13.º mês,
austeridade,
crise,
Economia,
fome,
função pública,
política,
reformados,
roubo,
subsídio de férias,
subsídio de Natal,
Tribunal Constitucional,
troika
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Carolino, sempre!
O Naninho Carolino, que é solteiro militante e uma jóia de moço, é Carolino por causa da avó, que era a Senhora Carolina, casada com o extraordinário Zé de Castro, o nosso poeta cauteleiro, que uma vez mandou a mulher para o hospital com uma sacholada na cabeça. De resto, o Naninho até se chama Hernâni Ferreira Castro e é um dos heróicos resistentes que vão mantendo viva a Associação Desportiva de Fafe, o seu verdadeiro caso de amor. Lembro-me sempre do Naninho (a soprar pelo canto da boca ao peidinho do penteado) quando a problemática é arroz. Carolino ou agulha, eis a questão, e eu não percebo onde é que está a dúvida.
Tomem nota, antes de mais, desta pescadinha de rabo na boca: o arroz carolino é um produto português, nado e criado nos estuários dos rios Sado, Tejo e Mondego, e Portugal é auto-suficiente na produção de arroz carolino. Já o arroz agulha é de origem asiática, quase todo importado. Não vou entrar em contradição com o que já escrevi, não tenho nada contra o que é estrangeiro, sobretudo se for melhor. Mas a verdade é que, se todos comêssemos do nosso arroz, e nós comemos arroz que nem chineses, dávamos um bom empurrão aos produtores nacionais e até podia ser que o preço ao consumidor baixasse.
Mas, patriotismos à parte, o fundamental é que o carolino é o arroz ideal para os pratos tradicionais da cozinha portuguesa. Com uma cozedura a exigir mais acompanhamento, é certo, mas mais cremoso e aveludado na calda final, e absorvendo melhor os condimentos e os paladares dos outros ingredientes, o carolino é a base indispensável para os nossos mais deliciosos arrozes, os malandros: do arroz de polvo ao arroz de tomate, do arroz de marisco ao arroz de bacalhau, do arroz de feijão ao arroz de peixe, do arroz de grelos ao arroz de cabidela, do etc. ao etc.
Quanto ao agulha, é absolutamente recomendado para quem não sabe cozinhar (por exemplo, os novíssimos chefs do arroz de atum, de lata, que lata!) ou, como agora se diz, para quem não tem tempo para estar na cozinha, que é a mesma coisa.
Portanto: carolino, sempre! E um abraço para o Naninho.
Tomem nota, antes de mais, desta pescadinha de rabo na boca: o arroz carolino é um produto português, nado e criado nos estuários dos rios Sado, Tejo e Mondego, e Portugal é auto-suficiente na produção de arroz carolino. Já o arroz agulha é de origem asiática, quase todo importado. Não vou entrar em contradição com o que já escrevi, não tenho nada contra o que é estrangeiro, sobretudo se for melhor. Mas a verdade é que, se todos comêssemos do nosso arroz, e nós comemos arroz que nem chineses, dávamos um bom empurrão aos produtores nacionais e até podia ser que o preço ao consumidor baixasse.
Mas, patriotismos à parte, o fundamental é que o carolino é o arroz ideal para os pratos tradicionais da cozinha portuguesa. Com uma cozedura a exigir mais acompanhamento, é certo, mas mais cremoso e aveludado na calda final, e absorvendo melhor os condimentos e os paladares dos outros ingredientes, o carolino é a base indispensável para os nossos mais deliciosos arrozes, os malandros: do arroz de polvo ao arroz de tomate, do arroz de marisco ao arroz de bacalhau, do arroz de feijão ao arroz de peixe, do arroz de grelos ao arroz de cabidela, do etc. ao etc.
Quanto ao agulha, é absolutamente recomendado para quem não sabe cozinhar (por exemplo, os novíssimos chefs do arroz de atum, de lata, que lata!) ou, como agora se diz, para quem não tem tempo para estar na cozinha, que é a mesma coisa.
Portanto: carolino, sempre! E um abraço para o Naninho.
Etiquetas:
13.º mês,
AD Fafe,
agulha,
arroz,
carolino,
chefs,
Fafe,
fafenses,
gastronomia,
Hernâni Ferreira Castro,
Naninho,
série Memórias de Fafe
domingo, 3 de julho de 2011
Cavaco Silva, o barómetro
Cavaco Silva, 28 de Junho de 2011, a propósito do programa do Governo, antes da aprovação do mesmo: "Há talvez mais de dois anos que disse que Portugal se aproxima de uma situação explosiva. Lamentavelmente chegámos a essa situação explosiva".
Cavaco Silva, 2 de Julho de 2011, a propósito da catanada no 13.º mês: "A situação actual do nosso país não é uma fatalidade".
Cinco dias. Estão a ver como isto já está melhor?
Cavaco Silva, 2 de Julho de 2011, a propósito da catanada no 13.º mês: "A situação actual do nosso país não é uma fatalidade".
Cinco dias. Estão a ver como isto já está melhor?
Subscrever:
Mensagens (Atom)