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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Euromilhões? Perguntem ao Catroga!

Existem mais de 116 milhões de chaves possíveis para ganhar o Euromilhões, mas só uma é garantida. A do Catroga. Sai-lhe todos os meses.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Os chineses gostam de Catrogas

A Fundação EDP contratou para a sua secção de arte uma nova funcionária que por acaso é sobrinha-neta de Eduardo Catroga, presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP. Diz o jornal Público que a nomeação está a causar desconforto entre sectores do grupo EDP que não poupam Catroga nem o administrador executivo da fundação que tem sido também o seu rosto público, o ex-jornalista Sérgio Figueiredo. Claro que os pentelhistas do costume vão falar de escândalo, de falta de vergonha na cara, vão cair em cima do velho, que por acaso até está de férias na China. Vão querer saber se a família é numerosa. Mas o coitado do tio-avô tem lá culpa que os chineses gostem de Catrogas?

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Pessoas estranhas

E há outro aviso, aquele pendurado nas vedações dos estaleiros de obras. Um aviso cheio de segurança, com capacete e botas de biqueira de aço, nem percebo como é que os trabalhadores morrem como tordos. E diz assim: "Proibida a entrada a pessoas estranhas". Na verdade costuma dizer "Proíbida", com acento no primeiro i, mas a pentelhice gramatical não é para aqui chamada. A questão é: pessoas estranhas!? Homens com três braços e apenas um testículo, será? Mulheres com duas cabeças e sentença nenhuma? Ví-tor Gas-par? O José Castelo-Branco? Extraterrestres manetas em trânsito para Las Vegas? Cavaco Silva? Um escuteiro adulto? Álvaro Santos Pereira? Sportinguistas? Eduardo Catroga? Lá está: pessoas estranhas... Dá-me para pensar cada uma!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

É preciso ter lata 3

Pedro Passos Coelho, a propósito da crise e da austeridade, saiu-se com esta: "Pobres já nós estamos. Há é pessoas que ainda não deram conta disso". Se calhar por pudor, o ajudante de Miguel Relvas no Governo não referiu nomes, mas eu posso adiantar alguns, de que me lembrei assim de repente: Cavaco Silva e os Cavaquistas Anónimos, Ângelo Correia e os Confrades dos Direitos Adquiridos, Eduardo Catroga, Braga de Macedo, Celeste Cardona, Paulo Teixeira Pinto, Rocha Vieira e Ilídio Pinho, Manuel Frexes e Álvaro Castello-Branco, Assunção Esteves, presidente da Assembleia da República e ricamente reformada desde os 42 anos, ou Maria Teixeira da Cruz, irmã da ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, e que foi para directora-geral no Ministério da Agricultura e Etc. de Assunção Cristas. Estas são certamente pessoas que ainda não deram conta de que (nós) já estamos pobres. E era delas que provavelmente Passos Coelho estava a falar.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Umbiguíssimos

Bem encaminhado que está o lançamento planetário do tricô nacional, tenho mais uma para sugerir ao Álvaro da Economia e dos pastéis de nata. E esta é mesmo de génio, não desfazendo: cotonetes! Cotonetes made in Portugal, feitos com palitos usados mas muito bem lavados em duas ou três águas (como sempre, convém que uma delas seja das Pedras) e finalmente aconchegados nas respectivas extremidades com fiapos da lã sobrante dos camisolões, coturnos e cachecóis que vamos franchisar e internacionalizar (para Angola, sobretudo e em força).
Se os restos da lã não chegarem, e pode acontecer, tenho tudo previsto. Recorreremos, nesse caso, a uma matéria-prima alternativa, mas igualmente reciclada, sem custos acrescidos e à unha de semear - o cotão do umbigo. E só lhes digo: há por aí uns umbigos que são umas minas! Aquilo a que os especialistas chamam umbiguíssimos, tipo Cavaco Silva, José Sócrates, Eduardo Catroga, Jorge Jesus, Alberto João Jardim, Miguel Relvas, José Mourinho, Braga de Macedo, Fernando Nobre, Pedro Boucherie Mendes e outros tantos de que agora não me lembro, e que vão dar pano para mangas.
Quanto aos cotonetes propriamente ditos, eles serão, para além de factor de lucro imediato e directo para o País e Madeira, uma alavanca fundamental para uma outra indústria que lhe ficará a jusante e que é, naturalmente, o negócio das velas de cera.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Nós, os parvos

Em entrevista ao semanário Expresso, citada pelo jornal Público, Eduardo Catroga justifica as recentes nomeações da rapaziada do PSD e do CDS para o supertacho da EDP com ligações a Macau, excepto a de Celeste Cardona, que ele, que sabe tudo, não sabe como é que ela lá foi parar. A sério? Então foi só isso? Foi por causa das ligações ao Oriente? E foram os chineses que os escolheram? E nós somos todos parvos?