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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Abaixo de Braga e um pouco mais acima

Foto Hernâni Von Doellinger
                                         
Já chega?
Mandaram-no abaixo de Braga e ele foi. Quando entrou em Celeirós, ligou a perguntar se já chegava...
 
A primeira pedra do actual Santuário do Sameiro, em Braga, isto é, por acaso bem acima de Braga, foi lançada e benzida, não sei se por esta ordem, no dia 31 de Agosto de 1890, faz hoje anos. Deus me perdoe, mas o Santuário do Sameiro agora faz-me rir, porque me lembra a cantiga "Óculos de sol" da Natércia Barreto, que eu durante muito tempo julgava que era a Madalena Iglésias. Esta, cá está, é uma private joke, que só eu, o presidente da Confraria do Sameiro, o reitor do santuário e talvez mais meia dúzia de pessoas, se tanto, catrapiscamos, desculpai lá a capelinha...
Como se sabe, o Sameiro é um extraordinário local de peregrinação, muito procurado ao longo dos tempos sobretudo derivado ao bacalhau com natas, pelo menos pela parte que me tocava. Mas já não toca. Infelizmente, o velho Restaurante Maia é agora outra coisa e, quer-se dizer, acabou-se o que era bom...

sábado, 22 de novembro de 2025

Abaixo de Braga

Mandaram-no abaixo de Braga, e ele foi. Quando chegou a Celeirós, telefonou a perguntar se já estava bem.

P.S. - Hoje é Dia de Dar Uma Volta.

quinta-feira, 5 de maio de 2022

Velocidade furiosa

Há um novo perigo nas estradas portuguesas: e não, não falo das trotinetas. Há uma novo perigo nas estradas e são as cadeiras de rodas eléctricas. Elas andam aí, são cada vez mais e cada vez mais metediças. Ainda no outro dia me apareceu uma disparada a atravessar a EN 14, em Celeirós, Braga, junto ao nó para as auto-estradas, e só não acabou em desastre porque um de nós travou a tempo e não foi o condutor da cadeira. Cujo, já agora, agradeceu a sorte com um enorme sorriso (vá lá!) e não tinha capacete.
As novas máquinas do asfalto alcançam a velocidade furiosa de 12 km/hora, o que não é brincadeira nenhuma para atravessar uma estrada nacional, fora de passadeira e saídas do nada. Ainda por cima está na moda o tuning, que transforma algumas delas em verdadeiras bombas, como a daquele brasileiro que, aqui há uns anos, foi apanhado pela polícia a mais de 60km/hora, depois de ter artilhado a sua cadeira de rodas com um motor de motorizada.
Creio que se impõe uma análise série e aprofundada ao fenómeno, no seio de uma comissão governamental com amplos poderes para alterar, nomeadamente, a legislação referente às escolas de condução, introduzindo a especialidade de cadeiras de rodas, e o próprio Código da Estrada. A sinalética de trânsito vigente tem de ser revista e actualizada, não sendo de desprezar a possibilidade de implementar corredores específicos para cadeiras de rodas na rede de auto-estradas nacional. Com isenção de pagamento de portagens, evidentemente.

P.S. - Hoje é Dia Mundial do Trânsito e da Cortesia ao Volante.

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Perigo na estrada

Há um novo perigo nas estradas portuguesas: e não, não falo das trotinetas. Há uma novo perigo nas estradas e são as cadeiras de rodas eléctricas. Elas andam aí, são cada vez mais e cada vez mais metediças. Ainda no outro dia me apareceu uma disparada a atravessar a EN 14, em Celeirós, Braga, junto ao nó para as auto-estradas, e só não acabou em desastre porque um de nós travou a tempo e não foi o condutor da cadeira. Cujo, já agora, agradeceu a sorte com um enorme sorriso (vá lá!) e não tinha capacete.
As novas máquinas do asfalto alcançam a velocidade furiosa de 12 km/hora, o que não é brincadeira nenhuma para atravessar uma estrada nacional, fora de passadeira e saídas do nada. Ainda por cima está na moda o tuning, que transforma algumas delas em verdadeiras bombas, como a daquele brasileiro que, aqui há uns anos, foi apanhado pela polícia a mais de 60km/hora, depois de ter artilhado a sua cadeira de rodas com um motor de motorizada.
Creio que se impõe uma análise série e aprofundada ao fenómeno, no seio de uma comissão governamental com amplos poderes para alterar, nomeadamente, a legislação referente às escolas de condução, introduzindo a especialidade de cadeiras de rodas, e o próprio Código da Estrada. A sinalética de trânsito vigente tem de ser revista e actualizada, não sendo de desprezar a possibilidade de implementar corredores específicos para cadeiras de rodas na rede de auto-estradas nacional. Com isenção de pagamento de portagens, evidentemente.

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Abaixo de Braga

Mandaram-no abaixo de Braga e ele foi. Quando chegou a Celeirós, telefonou a perguntar se estava bem.

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Abaixo de Braga

Foto Hernâni Von Doellinger

Mandaram-no abaixo de Braga e ele foi. Quando chegou a Celeirós, telefonou a perguntar se já chegava.

P.S. - Tem nada a ver com o assunto, mas a primeira pedra do actual Santuário do Sameiro, que por acaso até é bem acima de Braga, foi lançada e benzida, não sei se por esta ordem, no dia 31 de Agosto de 1890. O Santuário do Sameiro agora faz-me rir, porque me lembra a cantiga "Óculos de sol" da Natércia Barreto, que eu julgava que era a Madalena Iglésias. Esta, cá está, é uma private joke, que só eu, o presidente da Confraria do Sameiro, o reitor do santuário e talvez mais meia dúzia de pessoas, se tanto, catrapiscamos...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Perigo na estrada

Há um novo perigo nas estradas portuguesas: as cadeiras de rodas eléctricas. Elas andam aí, são cada vez mais e cada vez mais metediças. Ainda no outro dia me apareceu uma disparada a atravessar a EN 14, em Celeirós, Braga, junto ao nó para as auto-estradas, e só não acabou em desastre porque um de nós travou a tempo e não foi o condutor da cadeira. Cujo, já agora, agradeceu a sorte com um enorme sorriso (vá lá!) e não tinha capacete.
As novas máquinas do asfalto alcançam a velocidade furiosa de 12 km/hora, o que não é brincadeira nenhuma para atravessar uma estrada nacional, fora de passadeira e saídas do nada. Ainda por cima está na moda o tuning, que transforma algumas delas em verdadeiras bombas, como a daquele brasileiro que, no ano passado, foi apanhado pela polícia a mais de 60km/hora, depois de ter artilhado a sua cadeira de rodas com um motor de motorizada.
Creio que se impõe uma análise série e aprofundada ao fenómeno, no seio de uma comissão governamental com amplos poderes para alterar, nomeadamente, a legislação referente às escolas de condução, introduzindo a especialidade de cadeiras de rodas, e o próprio Código da Estrada. A sinalética de trânsito vigente tem que ser revista e actualizada, não sendo de desprezar a possibilidade de implementar corredores específicos para cadeiras de rodas na rede de auto-estradas nacional. Com isenção de pagamento de portagens, é claro!