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quinta-feira, 27 de junho de 2024
Evasão
- Mais vale só do que mal acompanhado - disse o recluso n.º 14.112. E fugiu.
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À sombra
"Vá pela sombra!", disse-lhe o juiz. E ferrou-lhe com 25 anos.
P.S. - Hoje é Dia do Corpo da Guarda Prisional.
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quinta-feira, 20 de junho de 2024
Foge, Isaltino, foge!
A questão é: Isaltino foge ou não foge? Eu acho que foge e tomara que fuja. Só se for parvo é que Isaltino não foge. E Isaltino é muitas coisas (que, apesar de provadas em tribunal, eu não vou dizer), mas parvo é que não é. Antes pelo contrário. Para mim, Isaltino é um pirata, o pirata Isaltino que abocanhou quanto pôde enquanto pôde e agora tem um tesouro escondido num país que ninguém sabe, como, por exemplo, a Suíça. E pirata que se preze não se entrega. Vai mas é gozar a massa.
Se Isaltino fosse para a cadeia, cadeia a sério, os outros piratas todos iam fazer pouco dele, sobretudo dois: o pirata Alberto João e o pirata Vale e Azevedo, cada qual na sua ilha de piratas privativa. Gargalhariam, no intervalo de mais uma caneca de rum, bebida por videoconferência: este gajo é mesmo parvo! Mas, repito, Isaltino não é parvo, é Morais.
Nos filmes americanos, mesmo antes do The End, gosto de ver os malandros diplomados, piratas de todos os feitios, já livres de perigo e refastelados ao sol, lambuzando-se com lagostas e gajas boas numa praia tropical mais conhecida do que os tremoços, mas que a justiça portuguesa, por não ter GPS, nunca sabe onde é que é. E penso: quem me dera ser pirata...
É o que eu estimo, do fundo do coração, ao nosso Isaltino, que não é menos do que os outros piratas só por ser um pirata português. Palavras para quê? Vai, Isaltino, vai, e não olhes para trás! Vai pela sombra e encontra a tua ilha ao sol. E deixa um milhãozito na conta deste teu sincero admirador, que não te faz diferença nenhuma e ficas aqui com um sobrinho para toda a vida.
Se Isaltino fosse para a cadeia, cadeia a sério, os outros piratas todos iam fazer pouco dele, sobretudo dois: o pirata Alberto João e o pirata Vale e Azevedo, cada qual na sua ilha de piratas privativa. Gargalhariam, no intervalo de mais uma caneca de rum, bebida por videoconferência: este gajo é mesmo parvo! Mas, repito, Isaltino não é parvo, é Morais.
Nos filmes americanos, mesmo antes do The End, gosto de ver os malandros diplomados, piratas de todos os feitios, já livres de perigo e refastelados ao sol, lambuzando-se com lagostas e gajas boas numa praia tropical mais conhecida do que os tremoços, mas que a justiça portuguesa, por não ter GPS, nunca sabe onde é que é. E penso: quem me dera ser pirata...
É o que eu estimo, do fundo do coração, ao nosso Isaltino, que não é menos do que os outros piratas só por ser um pirata português. Palavras para quê? Vai, Isaltino, vai, e não olhes para trás! Vai pela sombra e encontra a tua ilha ao sol. E deixa um milhãozito na conta deste teu sincero admirador, que não te faz diferença nenhuma e ficas aqui com um sobrinho para toda a vida.
P.S. - Não vos deixeis enganar. Este texto escrevi-o aqui no dia 13 de Outubro de 2011, já Isaltino e a Justiça brincavam às escondidas, muito entretidinhos, e a história continua. É, pelos vistos, uma história interminável...
sexta-feira, 24 de maio de 2024
À sombra
"Vá pela sombra!", disse o juiz. E ferrou-lhe com 25 anos.
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terça-feira, 24 de maio de 2022
Evasão
- Mais vale só do que mal acompanhado - disse o recluso n.º 14.112. E fugiu.
P.S. - Hoje é Dia do Detento. No Brasil. É também Dia da Infantaria, Dia do Datilógrafo e Dia do Telegrafista. Também no Brasil.
domingo, 8 de setembro de 2013
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Foge, Isaltino, foge!
Se Isaltino fosse para a cadeia, cadeia a sério, os outros piratas todos iam fazer pouco dele, sobretudo dois: o pirata Alberto João e o pirata Vale e Azevedo, cada qual na sua ilha de piratas privativa. Gargalhariam, no intervalo de mais uma caneca de rum, bebida por videoconferência: este gajo é mesmo parvo! Mas, repito, Isaltino não é parvo, é Morais.
Nos filmes americanos, mesmo antes do The End, gosto de ver os malandros diplomados, piratas de todos os feitios, já livres de perigo e refastelados ao sol, lambuzando-se com lagostas e gajas boas numa praia tropical mais conhecida do que os tremoços, mas que a justiça portuguesa, por não ter GPS, nunca sabe onde é que é. E penso: quem me dera ser pirata...
É o que eu estimo, do fundo do coração, ao nosso Isaltino, que não é menos do que os outros piratas só por ser um pirata português. Palavras para quê? Vai, Isaltino, vai, e não olhes para trás! Vai pela sombra e encontra a tua ilha ao sol. E deixa um milhãozito na conta deste teu sincero admirador, que não te faz diferença nenhuma e ficas aqui com um sobrinho para toda a vida.
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