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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Ibrantina Cardona

Cromo

Vem abrindo a alvorada a rósea umbela...
A formoso aldeão de amor suspira,
e ao meigo namorado um canto inspira,
no flóreo peitoril de uma janela...

Distante, pelo mar cor de safira,
traçando à tona d´agua uma aquarela,
gaivotas vêm seguindo um barco à vela...
Na serra, do marujo o canto expira...

E aqui e ali, na várzea romanesca,
salta o alegre rebanho; um cisne preto
ondula da corrente a veia fresca.

Traça ao longe um pintor este esboceto
e, a subir pela encosta pitoresca,
eu, descuidada, escrevo este soneto.

"Plectros", Ibrantina Cardona

(Ibrantina Cardona nasceu no dia 11 de Novembro de 1868. Morreu em 1956.)

domingo, 9 de outubro de 2011

Futre

Farto-me de rir com este cromo. Havia um jogador de futebol parecido e com o mesmo nome, mas não sei o que é feito dele.