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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Arre, que são burros (Paredes de Coura outra vez)

Foto Hernâni Von Doellinger

É todos os anos a mesma merda, uma contumaz manifestação de ignorância e estupidez. Desde 2011 que ando aqui a pregar no deserto, a agredir o invisual, mas não adianta nada, chegamos à beira do Festival de Paredes de Coura e a asneira desaba com estrondo. São os blogues "especializados", os sítios de venda de bilhetes, as televisões, os jornais, jornalistas e simpatizantes que insistem em dizer e escrever que o evento decorre nas margens do rio "Tabuão". Dasse!, dasse!, dasse!, três vezes dasse! Eu já disse que não existe nenhum rio "Tabuão". O que há é um sítio (isto é, um local) chamado Taboão (Taboão com ó) junto ao rio Coura. É a praia fluvial do Taboão. E é na praia fluvial do Taboão (Taboão com ó), nas margens do rio Coura, que se realiza desde 1993 o Festival de Paredes de Coura. De uma vez por todas, por favor, meus pedaços-de-asno: o rio Coura não se chama rio "Tabuão", nem sequer rio Taboão - chama-se rio Coura, como o próprio nome indica. Por isso é que Paredes de Coura se chama Paredes de Coura e não Paredes de Taboão.
Vamos lá então recapitular a matéria dada durantes os últimos sete anos, vamos à geografiazinha: o rio que passa em Paredes de Coura chama-se rio Coura. É o mesmo rio que, mais abaixo, passa em Vilar de Mouros - que também tem festival, este ano outra vez -, e continua a chamar-se rio Coura. O Coura, rio, nasce na serra da Boalhosa, na lagoa da Chã de Lamas e na serra de Corno de Bico, fazendo um percurso de cerca de 50 quilómetros até desaguar na margem esquerda do rio Minho à porta do mar. Banha os concelhos de Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Caminha. Passa pelas freguesias de Formariz, Paredes de Coura, Rubiães, São Martinho de Coura, Covas, Vilar de Mouros, Venade, Vilarelho, Seixas e Caminha. Percebido? Agora vamos escrever isto 50 vezes no quadro, seus orelhas de burro!...

P.S. - O Festival de Paredes de Coura 2017 decorre de 16 a 19 de Agosto, como de costume na praia fluvial do Taboão, margens do rio Coura, Paredes de Coura.

terça-feira, 17 de maio de 2016

É Coura, estúpidos!, o rio chama-se Coura, Coura...

Foto Hernâni Von Doellinger

É todos os anos a mesma merda, uma contumaz manifestação de ignorância e estupidez. Desde 2011 que ando aqui a pregar no deserto, a agredir o invisual, mas não adianta nada, chegamos à beira do Festival de Paredes de Coura e a asneira desaba com estrondo. São os blogues, os sítios de venda de bilhetes, as televisões, os jornais, jornalistas e simpatizantes que insistem em dizer e escrever que o evento decorre nas margens do rio "Tabuão". Dasse!, dasse!, dasse!, três vezes dasse! Eu já disse que não existe nenhum rio "Tabuão". O que há é um sítio (isto é, um local) chamado Taboão (Taboão com ó) junto ao rio Coura. É a praia fluvial do Taboão. E é na praia fluvial do Taboão (Taboão com ó), nas margens do rio Coura, que se realiza desde 1993 o Festival de Paredes de Coura. De uma vez por todas, por favor, meus pedaços-de-asno: o rio Coura não se chama rio "Tabuão", nem sequer rio Taboão - chama-se rio Coura, como o próprio nome indica. Por isso é que Paredes de Coura se chama Paredes de Coura e não Paredes de Taboão.
Vamos lá então recapitular a matéria dada durantes os últimos seis anos, vamos à geografiazinha: o rio que passa em Paredes de Coura chama-se rio Coura. É o mesmo rio que, mais abaixo, passa em Vilar de Mouros - que também tem festival, este ano outra vez -, e continua a chamar-se rio Coura. O Coura, rio, nasce na serra da Boalhosa, na lagoa da Chã de Lamas e na serra de Corno de Bico, fazendo um percurso de cerca de 50 quilómetros até desaguar na margem esquerda do rio Minho à porta do mar. Banha os concelhos de Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Caminha. Passa pelas freguesias de Formariz, Paredes de Coura, Rubiães, São Martinho de Coura, Covas, Vilar de Mouros, Venade, Vilarelho, Seixas e Caminha. Percebido? Agora vamos escrever isto 50 vezes no quadro, seus orelhas de burro!...

(O Festival de Paredes de Coura 2016 decorre de 17 a 20 de Agosto, como de costume na praia fluvial do Taboão, margens do rio Coura, Paredes de Coura)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

É Coura, estúpidos! (edição 2013)

Foto Hernâni Von Doellinger

O Festival de Paredes de Coura está à porta, mas a asneira já entrou. São os jornais. Jornalistas e simpatizantes que insistem em escrever que o evento decorre nas margens do rio "Tabuão". Porra!, eu já disse que não existe nenhum rio "Tabuão". O que há é um sítio (isto é, um local) chamado Taboão (Taboão com o) junto ao rio Coura. É a praia fluvial do Taboão. E é na praia fluvial do Taboão (Taboão com o), nas margens do rio Coura, que se realiza há 20 anos o Festival de Paredes de Coura. De uma vez por todas, por favor: o rio Coura não se chama rio "Tabuão", nem sequer rio Taboão - chama-se rio Coura, como o próprio nome indica. Por isso é que Paredes de Coura se chama Paredes de Coura e não Paredes de Taboão.
Vamos lá então recapitular a matéria dada há um ano: o rio que passa em Paredes de Coura chama-se rio Coura. É o mesmo rio que, mais abaixo, passa em Vilar de Mouros e continua a chamar-se rio Coura. O Coura nasce na serra da Boalhosa, na lagoa da Chã de Lamas e na serra de Corno de Bico, fazendo um percurso de cerca de 50 quilómetros até desaguar na margem esquerda do rio Minho. Banha os concelhos de Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Caminha. Passa pelas freguesias de Formariz, Paredes de Coura, Rubiães, São Martinho de Coura, Covas, Vilar de Mouros, Venade, Vilarelho, Seixas e Caminha. Percebido? Agora vamos escrever isto 50 vezes no quadro.

P.S. - Texto escrito e publicado no dia 8 de Agosto de 2012, repetindo a aula de 17 de Agosto de 2011. Mas não adianta. Para o ano cá estaremos, se Deus quiser.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

É Coura, estúpidos! (edição 2012)

O Festival de Paredes de Coura está à porta, mas a asneira já entrou. São os jornais. Jornalistas e simpatizantes que insistem em escrever que o evento decorre nas margens do rio "Tabuão". Porra!, eu já disse que não existe nenhum rio "Tabuão". O que há é um sítio (isto é, um local) chamado Taboão (Taboão com o) junto ao rio Coura. É a praia fluvial do Taboão. E é na praia fluvial do Taboão (Taboão com o), nas margens do rio Coura, que se realiza há 20 anos o Festival de Paredes de Coura. De uma vez por todas, por favor: o rio Coura não se chama rio "Tabuão", nem sequer rio Taboão - chama-se rio Coura, como o próprio nome indica. Por isso é que Paredes de Coura se chama Paredes de Coura e não Paredes de Taboão.
Vamos lá então recapitular a matéria dada há um ano: o rio que passa em Paredes de Coura chama-se rio Coura. É o mesmo rio que, mais abaixo, passa em Vilar de Mouros e continua a chamar-se rio Coura. O Coura nasce na serra da Boalhosa, na lagoa da Chã de Lamas e na serra de Corno de Bico, fazendo um percurso de cerca de 50 quilómetros até desaguar na margem esquerda do rio Minho. Banha os concelhos de Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira e Caminha. Passa pelas freguesias de Formariz, Paredes de Coura, Rubiães, São Martinho de Coura, Covas, Vilar de Mouros, Venade, Vilarelho, Seixas e Caminha. Percebido? Agora vamos escrever isto 50 vezes no quadro.