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sexta-feira, 10 de maio de 2024
Quando elas morriam de pé
"Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores", dizia a Senhora Dona Palmira Bastos, batendo altaneira com a bengala no tablado, na beleza insubstituível do preto e branco da televisão antiga. A queridíssima Senhora Dona Palmira Bastos tinha quase noventa anos e ainda não sabia das motosserras, do urbanismo autárquico em Portugal e da Amazónia no Brasil.
P.S. - Palmira Bastos, que se chamava Maria da Conceição Martínez de Sousa Bastos, morreu no dia 10 de Maio de 1967.
segunda-feira, 19 de setembro de 2022
Quando elas morriam de pé
"Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores", dizia a Senhora Dona Palmira Bastos, batendo altaneira com a bengala no tablado, na beleza insubstituível do preto e branco da televisão antiga. A queridíssima Senhora Dona Palmira Bastos tinha quase noventa anos e ainda não sabia das motosserras, do urbanismo autárquico e da Amazónia.
segunda-feira, 21 de março de 2022
Quando elas morriam de pé
"Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores", dizia a Senhora Dona Palmira Bastos, batendo altaneira com a bengala no tablado, na beleza insubstituível do preto e branco da televisão antiga. A queridíssima Senhora Dona Palmira Bastos tinha quase noventa anos e ainda não sabia das motosserras, do urbanismo autárquico e da Amazónia.
quinta-feira, 17 de junho de 2021
Quando as árvores morriam de pé
"Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores", dizia a Senhora
Dona Palmira Bastos, batendo altaneira com a bengala no tablado, na
beleza insubstituível do preto e branco da televisão antiga. A queridíssima Senhora Dona Palmira Bastos tinha quase noventa anos e ainda não sabia das motosserras e da Amazónia.
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segunda-feira, 10 de maio de 2021
Quando as árvores morriam de pé
"Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores", dizia a Senhora Dona Palmira Bastos, batendo altaneira com a bengala no tablado, na beleza insubstituível do preto e branco da televisão antiga. A queridíssima Senhora Dona Palmira Bastos tinha quase noventa anos e ainda não sabia das motosserras e da Amazónia.
P.S. - Palmira Bastos, que se chamava Maria da Conceição Martínez de Sousa Bastos, morreu no dia 10 de Maio de 1967.
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