Fiquei contente. José Mário Branco sabia de quase tudo e, tomem lá, até sabia de codornizes. E eu não sei de nada, mas desunho-me satisfatoriamente com as codornizes. A minha platónica relação com José Mário Branco era de admiração e reverência. Sobretudo respeito: silêncio, que se vai ouvir José Mário Branco. A partir daquele momento a nossa relação passou a ser de camaradas, acho que tenho esse direito. Que ninguém separe o que a codorniz uniu. E era mais duas bifanas e dois fininhos, se faz favor!
No mesmo DN escreve-se sobre "tetos" para os sem-abrigo em Lisboa. Tetos, pois. Quando forem horas de mamar, chamem-me.
P.S. - Publicado no dia 24 de Novembro de 2019 e agora com versão actualizada e aumentada no meu blogue Mistérios de Fafe. José Mário Branco (1942-2019) faria hoje 84 anos.
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