Poética
Quero meus versos puros talhados
nas carnes alvas do luar
finos, breves, estilizados
e mais a harmonia do mar.
Quero meus versos como sons claros
dos cítaredos nas frondes altas
gotas do belo, cândidos, raros
e mais o sacral das minhas oblatas.
Quero meus versos bagas de orvalho
iluminados, sol do verão
essência viva, bater do malho
louvor perene à criação.
Quero meus versos águas cantantes
cirandas soltas nas noites claras
plenitude dos meus instantes
felicidade, alegria rara.
Quero meus versos canções perdidas
de pastoreies em altos montes,
palavra-sangue de tantas vidas
e mais a harmonia das fontes.
Quero meu verso vergo seguro
forma, linguagem fina
sabor, fruto maduro
e mais a harmonia divina.
Moisés Lindoso
(Moisés Lindoso nasceu no dia 8 de Março de 1922. Morreu em 2008.)
Quero meus versos puros talhados
nas carnes alvas do luar
finos, breves, estilizados
e mais a harmonia do mar.
Quero meus versos como sons claros
dos cítaredos nas frondes altas
gotas do belo, cândidos, raros
e mais o sacral das minhas oblatas.
Quero meus versos bagas de orvalho
iluminados, sol do verão
essência viva, bater do malho
louvor perene à criação.
Quero meus versos águas cantantes
cirandas soltas nas noites claras
plenitude dos meus instantes
felicidade, alegria rara.
Quero meus versos canções perdidas
de pastoreies em altos montes,
palavra-sangue de tantas vidas
e mais a harmonia das fontes.
Quero meu verso vergo seguro
forma, linguagem fina
sabor, fruto maduro
e mais a harmonia divina.
Moisés Lindoso
(Moisés Lindoso nasceu no dia 8 de Março de 1922. Morreu em 2008.)
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