domingo, 4 de maio de 2025

Bem-disposto e bem-mandado

Mandavam-no: - Vai-te rir prò caralho! E ele ia.

P.S. - Hoje é Dia Mundial do Riso.

Dia sim, dia não

Domingo, dia da mãe. Domingo, terça e quinta. Segunda, quarta e sexta, com o pai. Sábado em casa da tia. É. Os divórcios são um merda.

P.S. - Hoje é Dia da Mãe.

sábado, 3 de maio de 2025

Nós, os imigrantes

O meu pai foi emigrante, e nós - a minha mãe, os meus irmãos e eu - fomos quase emigrantes, tínhamos as malas feitas, só não abalámos porque entretanto o meu pai morreu de véspera, na emigração. Tive e tenho tios e tias e primos e primas emigrantes. Tenho sobrinhos emigrantes, gosto tanto deles, vêm à terra sempre que podem. Somos uma família de emigrantes, como Portugal é um país de emigrantes, estabelecidos pelos quatro cantos do mundo. Incomoda-me o ódio, a estupidez e a ignorância que por aí medram contra os emigrantes como nós mas que vêm de fora, isto é, os imigrantes, como eram imigrantes os meus antepassados alemães e depois brasileiros, como são imigrantes todos os nossos emigrantes nos países onde trabalham e vivem. E era só isto, por hoje.

O guarda Rios

O guarda Rios trabalhava na secretaria do quartel da GNR da Pontinha, mas realmente prestava-se a alguma confusão... 

P.S. - Hoje é Dia da Guarda ou Dia da Guarda Nacional Republicana.

Feiras Francas de Fafe, de 15 a 18 de Maio


Feiras Francas de Fafe, de 15 a 18 de Maio, com estendal montada no Parque da Cidade. Expo Rural, Tenda dos Petiscos, rusgas de concertinas, desfile e festival de folclore, fado, arruadas de bombos, concurso pecuários, bandas filarmónicas, chegas de bois, feira de gado cavalar, corridas de cavalos, grupos musicais locais, fogo-de-artifício e noitadas animadas por DJ. Augusto Canário, David Carreira, Marotos da Concertina e Cromos na Noite são apresentados como cabeças de cartaz. Mais informação, aqui.

quinta-feira, 1 de maio de 2025

Seguido no Magalhães Lemos

Ele tinha a certeza de que estava a ser seguido no Hospital Magalhães Lemos. Nos corredores, nos jardins, a cada esquina, atrás de árvores e arbustos, antes e após consultas e tratamentos, e também durante. Ele sabia, ele sentia. Mas nunca viu, apesar de andar sempre a olhar para trás. Vivia num constante torcicolo. Queixou-se aos médicos, aos jornais, às televisões e, inclusive, à polícia. Ninguém o levou a sério. "Tás mas é maluco", disseram-lhe.