O Álvaro da Economia afinal é um mãos-largas. Depois de ter metido uma chefe de gabinete a ganhar 5.821,30 euros por mês, porque é uma superchefe para um superministério, agora nomeou dois assessores que vão ter ordenado de director-geral (3.892,53 euros brutos mensais). É claro que são dois superassessores para um superministério.
É de mim, que sou uma pessoa normal, ou isto já começa a meter nojo?