| Foto Hernâni Von Doellinger |
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
Dia de inspecção
sábado, 21 de setembro de 2019
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
terça-feira, 2 de abril de 2019
quarta-feira, 27 de março de 2019
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
sexta-feira, 26 de maio de 2017
sexta-feira, 10 de março de 2017
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
terça-feira, 20 de setembro de 2016
quarta-feira, 13 de julho de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
sábado, 21 de maio de 2016
GNR e Guardia Civil à caça dos gambozinos
Numa espectacular operação de apenas três dias - quarta, quinta e sexta-feira -, unidades especiais da nossa GNR e da Guardia Civil espanhola conseguiram "deter um grupo de seis terroristas que praticava o tráfico de armamento, operando nos dois lados da fronteira, estando estes homens a preparar uma acção terrorista na zona de Lisboa", segundo fontes oficiais. Tinha de ser em Lisboa, é preciso defender Lisboa.
Mas era a mangar. Era um faz-de-conta, um exercício transfronteiço, como se diz, programado, com guião, e os terroristas não eram a sério. Os terroristas, que também eram da GNR e da Guardia Civil, suponho, tinham um papel a cumprir e cumpriram: depois de meia dúzia de tiros de pólvora seca, entregaram-se aos bons ou morreram de enfarte, isso ainda não percebi bem.
Eu sempre gostei de simulacros. Desde pequenino. Primeiro dos simulacros dos Bombeiros de Fafe, na fachada do Club Fafense, depois dos simulacros da Protecção Civil, que são sempre uma enorme confusão e uma inesgotável poça de sangue, e agora também gosto dos simulacros das chamadas "operações especiais". Porque nos simulacros, na hora do balanço, correu sempre tudo bem. O sucesso do simulacro dá na televisão e ficamos todos muito mais descansados e seguros, incluindo os verdadeiros terroristas, que assim, um dia que se resolvam, já sabem como se devem precatar.
Mas era a mangar. Era um faz-de-conta, um exercício transfronteiço, como se diz, programado, com guião, e os terroristas não eram a sério. Os terroristas, que também eram da GNR e da Guardia Civil, suponho, tinham um papel a cumprir e cumpriram: depois de meia dúzia de tiros de pólvora seca, entregaram-se aos bons ou morreram de enfarte, isso ainda não percebi bem.
Eu sempre gostei de simulacros. Desde pequenino. Primeiro dos simulacros dos Bombeiros de Fafe, na fachada do Club Fafense, depois dos simulacros da Protecção Civil, que são sempre uma enorme confusão e uma inesgotável poça de sangue, e agora também gosto dos simulacros das chamadas "operações especiais". Porque nos simulacros, na hora do balanço, correu sempre tudo bem. O sucesso do simulacro dá na televisão e ficamos todos muito mais descansados e seguros, incluindo os verdadeiros terroristas, que assim, um dia que se resolvam, já sabem como se devem precatar.
sábado, 19 de março de 2016
Fectivamente escuto as conversas
- Vamos lá ver: quando você diz ralmente, o que é que realmente quer dizer?
- Ralmente.
- Quê?
- Quero dizer ralmente, o que é que havia de ser? Ralmente...
- Se bem percebo: quando diz ralmente, quer dizer realmente. É?
- Zatamente.
- Portanto: quando diz zatamente, quer dizer exactamente?
- Tomaticamente.
- Já sei: e quando diz tomaticamente, quer dizer automaticamente, não é?
- Fectivamente.
- Ralmente.
- Quê?
- Quero dizer ralmente, o que é que havia de ser? Ralmente...
- Se bem percebo: quando diz ralmente, quer dizer realmente. É?
- Zatamente.
- Portanto: quando diz zatamente, quer dizer exactamente?
- Tomaticamente.
- Já sei: e quando diz tomaticamente, quer dizer automaticamente, não é?
- Fectivamente.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Fectivamente escuto as conversas
- Vamos lá ver: quando você diz ralmente, o que é que realmente quer dizer?
- Ralmente.
- Quê?
- Quero dizer ralmente, o que é que havia de ser? Ralmente...
- Se bem percebo: quando diz ralmente, quer dizer realmente?
- Zatamente.
- Portanto: quando diz zatamente, quer dizer exactamente?
- Tomaticamente.
- Já sei: e quando diz tomaticamente, quer dizer automaticamente, não é?
- Fectivamente.
- Ralmente.
- Quê?
- Quero dizer ralmente, o que é que havia de ser? Ralmente...
- Se bem percebo: quando diz ralmente, quer dizer realmente?
- Zatamente.
- Portanto: quando diz zatamente, quer dizer exactamente?
- Tomaticamente.
- Já sei: e quando diz tomaticamente, quer dizer automaticamente, não é?
- Fectivamente.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
quarta-feira, 20 de maio de 2015
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