quarta-feira, 27 de julho de 2011

O viagra ao poder

Estava aqui a pensar: do que nós precisávamos mesmo era de um verrumador encartado para tomar conta do País. Sinceramente não sei se há alguém à altura em Portugal, mas o viagra está aí para o que for preciso. Convinha-nos um governante da casta de um John F. Kennedy, de um Bill Clinton, de um François Mitterrand, tão presidentes quanto adúlteros, ou até de um Dominique Strauss-Kahn, esse predador sem vergonha e de colarinho branco que não descansou enquanto não fodeu todas as hipóteses que tinha de suceder a Nicolas Sarkozy, outro sedutor, no Palácio do Eliseu.
Mas o máximo era conseguirmos um borguista tipo Silvio Berlusconi, o septuagenário italiano que, segundo o língua-de-trapos do seu médico pessoal, "pode ter, sem exagero, seis relações sexuais por semana", desde que descanse ao domingo.
Um homem assim é que era bom. Alguém que se concentrasse realmente no essencial - a mulherenguice - e que, por favor, nos saísse de cima.

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